segunda-feira, 29 de agosto de 2011

ARTIGO DE OPINIAO PRODUZIDO NA OFICINA I

Alunos conscientes, atitudes coerentes

Hoje em dia é possível nos depararmos com atitudes agressoras no ambiente escolar, existem constantemente agressões verbais e físicas entre os próprios alunos, alunos e professores.
Essas agressões ocorrem devido a falta de estrutura familiar, falta de limites, conscientização e necessidade de uma educação mais humana.
É possível observarmos que esses alunos que cometem o bullying trazem para a sala de aula o que vivenciam em suas casas e assim transmitindo para a sociedade uma grande violência.
Não podemos aceitar, achar normal essas agressões, pois temos que tomar atitudes conscientizando esses agressores sobre seus atos. Para que isso ocorra é necessário a colaboração de todos os professores, gestores, família e a própria sociedade.
Sendo assim, é preciso comprometimento maior na formação de cidadãos e na estrutura familiar.


Ana Paula
Aparecida
Elaine
Silvia
Sonia

NOTICIA

FESTA DAS NAÇÕES: Evento movimenta o próximo fim de semana
29 ago, 2011 Comentários by admin

A Associação de Voluntários de Combate ao Câncer-(AVCC) da região de Jales promove nos próximos dias 2 e 3 de setembro a VII edição da Festa das Nações, o maior evento de seu calendário. Desta festa sai o maior provento que custeia as atividades da entidade, como apoio material e emocional aos portadores de câncer. Por isso é tão importante a sua participação. O evento tem a participação das rádios Regional FM, Assunção e Cultura AM, e acontece na Praça Dr. Euphly Jalles.
“Antecipadamente agradecemos a todos aqueles que sempre colaboraram conosco, seja nos patrocínios, na doação de materiais, de mão de obra ou prestigiando este evento”, declaram os organizadores, em nota enviada à Redação.
As apresentações artísticas serão feitas por alunos das escolas municipais, estaduais e particulares de Jales e região; e também por academias da cidade.
Na sexta-feira também estará se apresentando Humberto Júnior e no sábado a dupla Luiz Guilherme & Gabriel.
Como é tradição haverá também o Concurso de Rainha da Festa, que terá parte da arrecadação dos votos revertido ao Hospital do Câncer de Barretos, unidade III-Jales.
Para a realização deste concurso, a AVCC conta com a participação maciça das escolas da cidade e região, e recebeu também, nesse ano, apoio da Congregação Cristã do Brasil e dos funcionários da Delegacia de Polícia e do II Distrito Policial de Jales.
O QUE COMER
Colônia Brasileira: Tapioca de frango com catupiry, tapioca de coco com leite condensado, tapioca de goiabada com queijo, churrasco de carne, cafta com queijo e porção de frango; Colônia Árabe: esfirra aberta, quibe méeli, quibe bil sumie, shisbarak capeleti com coalhada, lábani (coalhada com pão) e kmesh (pão sírio); Colônia Americana: cachorro quente; Colônia Portuguesa: bolinho de bacalhau, pastel de Belém e arroz doce; Colônia Espanhola: puchero, mantecal, churros e crepe suíço; Colônia Italiana: mini pizzas; Colônia Japonesa: yakisoba, sushi, mandiu, aoya; Colônia Alemã: salsichão no prato, acompanhado de purê de batata, chucrute e mostarda alemã e salsichão no palito, com mostarda alemã.

CHARGE










ARTIGO DE OPINIÃO - ATIVIDADE PERMANENTE DE LEITURA



Artigo de Opinião - Big Brother/ a favor
" Coleira" é necessária para alguns Içami Tiba
A questão do controle dos pais sobre os filhos sempre é controversa, mas é necessário deixar claro que o responsável pelos limites que os adultos estabelecem para a sua autonomia é o próprio adolescente.
Quem vai dizer se tem de haver um controle ou não é a própria vida que o adolescente leva nesse processo de "segundo parto" - porque a adolescência é o segundo parto para ganhar a autonomia comportamental.
Teoricamente, esse jovem não precisa depender dos adultos para decidir o que fazer.Agora, uma vez que ele não se mostre competente para ditar os próprios rumos e, em vez de ir à escola, fica no bar da esquina, o controle é necessário.
Nesse contexto, aparelhos rastreadores capazes de deixar os filhos localizáveis o tempo todo, que chamo de "coleira virtual", são bastante viáveis.
Esses jovens que precisam de ontrole não tomam as medidas de proteção necessárias e acabam se expondo a todo tipo de perigo. Em vez de manter a família informada, simplesmente desaprecem. Os pais têm de impor limites: se largar o celular em qualquer lugar, então não merece sair.
Nesse ponto, tem de ser um pouco mais radical, porque alguns adolescentes transcendem os limites, e os pais só vão saber na hora de tirá-los, na melhor das hipóteses, da delegacia.
Assim como há jovens que podem ir para a "balada" sem maiores preocupações, existem outros que precisam, sim, dessa "coleira virtual".
Folha de S.Paulo, 12 dez. 2004, p. C3
Içami Tiba é psiquiatra e autor de vários livros, entre os quais, Quem ama, educa!.